sábado, 17 de maio de 2008

bio

Pós-graduanda em Design Gráfico pelo Senac, Maria Renata se lembra da primeira vez em que, aos 4 anos de idade, decididamente se sentou no chão para “desenhar direito”, entre a poltrona e o sofá da sala, e assim saiu o rosto do Cebolinha da Turma da Mônica, em giz de cera verde. Até hoje não consegue desenhar com perfeição o rosto do personagem, mas a partir daquele dia soube que gostava de cores e formas, e depois não parou mais de rabiscar cadernos e folhas avulsas, as quais possui guardadas até hoje.

Também se lembra do dia em que decidiu, aos 12 anos, que seria publicitária, sugestão da tia, após verem juntas um comercial da Doriana (”Publicidade, tia? O que é isso?”), e no dia seguinte saiu contando pra todo mundo que seria publicitária. E no fim, deu no que deu: ela acabou virando publicitária mesmo, e aproveitou esse gosto dos tempos de criança e fez também Design Gráfico na faculdade. Hoje quebra a cabeça pra descobrir se é “publicitária-designer” ou
“designer-publicitária”.

Ela sente muita saudade: de momentos, de épocas inteiras e principalmente de gente. Demorou pra entender que às vezes as pessoas precisam se afastar porque precisam seguir o rumo de sua vida - na verdade ela queria que todos os seus amigos se conhecessem e se dessem bem. Desejos de miss universo, mas ela sabe disso.

Gosta de ouvir música simplesmente o dia inteiro. Para falar a verdade, música é algo muito constante na sua vida, de forma que ela mesma não entende e muito menos procura entender. Nada a deixa mais feliz do que ir a shows. Ela enfrenta a odisséia que for para ver uma banda que gosta.

Já trabalhou em estúdios, gráficas e agências. Gosta do que faz, de verdade. E gosta tanto que divulga a sua paixão contribuindo com eventuais postagens em um blog dedicado a design, o Design Flakes.

Na verdade, se a Maria Renata de 12 anos de idade visse a Maria Renata de hoje em dia, que descobriu e mergulhou no mundo da Publicidade, e que um tempo depois e apaixonou pelo Design Gráfico, sem dúvida ficaria feliz ao ver no que tudo isso deu. E no final das contas, está aí, pro mundo, vivendo um dia de cada vez, sem atropelar suas vontades e fases.

Igual ao Menino Maluquinho, o tempo pra ela é um amigão, sempre foi e sempre será.

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